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Pela 5ª vez nos últimos seis anos, Portugal foi mais uma vez considerado o «Melhor Destino Turístico do Europa», na edição europeia dos World Travel Awards 2022.

A eleição resulta da votação de milhares de profissionais do setor, oriundos de todos os países do mundo, e neste ano Portugal arrecadou mais 30 prémios, entre destino, regiões e produtos e serviços.

No âmbito dos destinos regionais destacaram-se os Açores (Europe's Leading Adventure Tourism Destination), Algarve (Europe's Leading Beach Destination), Lisboa (Europe's Leading City Break Destination, Europe's Leading Cruise Destination e Europe's Leading Seaside Metropolitan Destination) e Porto (Europe's Leading City Destination).

De acordo com a Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, «a distinção, em mais de três dezenas de categorias na edição europeia dos World Travel Awards 2022, assume particular significado depois dos difíceis anos da pandemia. É com muito orgulho que vemos as empresas, os profissionais e as entidades do Turismo nacional serem reconhecidos pelos seus pares a nível internacional. Todos os agentes do setor estão de parabéns por estarem à altura deste desafio que é afirmar Portugal como destino turístico de excelência, quaisquer que sejam as circunstâncias".

Considerados os ‘óscares’ do turismo, os World Travel Awards são atribuídos pelos profissionais do setor a uma escala mundial, desde 1993, distinguindo o trabalho desenvolvido na indústria turística, de modo a estimular a competitividade e a qualidade do turismo.


A lista completa de vencedores desta edição europeia dos World Travel Awards, incluindo os premiados a nível nacional, está disponível em Europe Winners 2022 – World Travel Awards.


Recorde-se que, em 2021, Portugal já tinha conquistado mais de duas dezenas prémios na edição europeia dos World Travel Awards.


A cerimónia de atribuição dos prémios mundiais está agendada para o dia 11 de novembro, em Omã.






Foi publicada esta terça-feira em Diário da República, uma resolução na qual constam as medidas do plano de poupança de energia 2022-2023 aprovado pelo Governo.


Governo propõe o teletrabalho como medida de poupança de energia à Administração Pública central e local, e aos privados, no âmbito do Plano de Poupança de Energia 2022-2023.



O documento agora publicado detalha que, tanto para as Administrações Públicas como para os privados, deve ser desligada a iluminação interior de caráter decorativo de edifícios a partir das 22h00 no período de inverno e a partir das 23h00 no período de verão. E, no exterior, deve ser desligada a partir da meia-noite.


A regulação das temperaturas dos equipamentos de climatização interior deve ajustar-se para um máximo de 18°C no inverno e o mínimo de 25°C no verão. Espaços com entrada direta para a rua com sistema de climatização ligado devem manter portas e janelas fechadas.


Sobre as iluminações de Natal, apenas são referidas nas recomendações à Administração Pública central e local: devem estar acesas apenas entre as 18h e a meia noite no período de 6 de dezembro a 6 de janeiro.


Consulte aqui o plano de poupança:


https://www.portugal.gov.pt/pt/gc23/comunicacao/documento?i=plano-de-poupanca-de-energia-2022-2023









Entre 13 de setembro e a passada segunda-feira, 19 de setembro, foram registados 18 315 novos casos de infeção e mais 37 mortes por Covid-19 em Portugal.







A epidemia de COVID-19 manteve uma incidência elevada, sugerindo uma possível inversão da tendência, para crescente. O número de internamentos por COVID-19 e a mortalidade específica apresentam uma estabilização.


O R(t) apresentou um valor superior a 1 a nível nacional e nas regiões Norte, LVT, Alentejo, Algarve e regiões autónomas, o que indica uma tendência crescente de novos casos nestas regiões;


A linhagem BA.5 da variante Omicron continua a ser claramente dominante em Portugal, apresentando uma frequência relativa estimada de 95% na semana 36 (05/09/2022 a 11/09/2022). Esta linhagem tem revelado uma maior capacidade de transmissão, a qual é potencialmente mediada por mutações adicionais com impacto na entrada do vírus nas células humanas e/ou pela sua capacidade de evasão à resposta imunitária


No que respeita à mortalidade específica por COVID-19 (7,2 óbitos em 14 dias por 1 000 000 habitantes) observa-se uma possível tendência decrescente. A mortalidade por todas as causas encontra-se dentro do esperado para a época do ano.

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